Viver um constante “era uma vez” é uma das exigências que a sociedade conrropida da sua verdade faz ao homem, que em suas fraquezas, se entrega aos sentimentos constituintes da sua falsa razão.
Platão diria que as disparidades existem já que há dois mundos: o real, feito daquilo que é, e o ideal, ou seja, aquele desejado e não alcançado. Muito embora tudo isso seja filosofia, que muitos aprendemos na escola, não é difícil associar ao caos humano, pois, vivemos na divisória entre mundos. E na maioria das vezes falsificamos o mundo real através da procura de um ideal morto, onde jamais encontraremos um viver pleno e sincero com nosso coração e alma.
Falta a delicadeza? A confiança? A sinceridade? E outras tantas “faltas” que encontraremos nos impossibilitando de perceber todos os “presentes” no existir de cada ser humano.
Há quem diga ser uma teoria infêma diante de todas desgraças que convivemos e nesses momentos desafiantes precisamos ser bondosos com o meu e o seu existir, afinal, se levarmos em consideração todos os desvios durante o percurso da vida nunca iremos alcançar a plenitude, deixando de lado uma estagnação natural gerada por obstáculos cada vez mais cotidianos.
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