Nessas brincadeiras da estação 2011 fingimos sermos felizes enquanto víamos corações partirem, pior é nunca percebermos que estes que partiam eram o meu e o seu coração e de ninguém mais. Repetia a mesma cena todas as manhãs quando ao acordar e não poder tê-la ao meu lado e em todo o resto do dia enquanto chorava lágrimas infinitas, afinal, já não somos mais de nós mesmos. O órgão responsável por controlar o bombeamento do amor jamais será o mesmo, uma vez que não será você o fator de meu sorriso.
Como suportar a perda? Pergunte a ninguém. Não há neste mundo pessoa que irá abrir o meu céu que ao finalizar o carinho, julgados por nós infinito, se fechou em um mundo obscuro ao mesmo tempo que cheio de previsões, por mais que distantes, de um paraíso em que jamais seremos finito posto que fomos e somos tudo na alma dos amantes históricos, tal como um romance parisiano, em que não há limites, portanto esse sentimento nunca esgotá somente se transforma.
Fazer de lembranças, um lugar seguro. Transformar algo revirado num porto seguro para se ter a certeza de que essa história é viva e não morta.
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