Pensamentos

É utópico dizer que um dia viveremos em uma sociedade sem

disparidades sociais, porém, é real dizer que o homem tenta

mudar o pior?




segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Triste ou feliz?

Triste. Existe um sentimento tão vívido por quase todo mundo como este? Agora por que é assim? Queria muito entender esse complexo sistema emocional que nos atinge de frente englobando todas as partes de nossos corpos, de nossa mente, nos dominando por completo e não deixando se quer um pequeno espaço para a felicidade que deveria ser eterna em todos os corações, sem críticas a políticos ou a Deus por não ter a vida que você acha que deveria ter, porém existe determinação, coragem, ou melhor, compromisso com a realidade para que possam existir escadas que vão nos levar ao topo de nossos sonhos? Se não houver corra atrás ainda quando houver tempo.
Não quero defender a tristeza, mas eu só queria entender o motivo que nos leva tanto a "valorizar" coisas negativas. Nunca percebeu como é fácil falar dos pontos negativos de alguém? Esse é um vício que deveríamos correr e correr muito para mudar. Ninguém, ninguém mesmo deveria viver sobre infelicidade, solidão. É ótimo quando temos alguém para dividir sonhos e realizar metas. Compartilhar deve ser feito com moderação, assim como tudo em nossas vidas.
O forte não é aquele rico em quantidade e sim em qualidade. Devemos aprender, a saber, o significado, real, de palavras como amizade, amor, feliz, triste, vida, solidão, miséria, tolerância.
Proponho a todos que possamos nos reciclar de forma que seja possível destacar aquilo que funciona e o que deveríamos nos desfazer, obviamente lembrando-se de correr atrás de outras, muitas outras coisas que vão nos ajudar a nos manter fortes nessa caminhada.
Nunca devemos nos esquecer que a solidão do mundo não é o pior, realmente, fica muito ruim quando nós nos deixamos de lado. Quem pode sobreviver quando não acredita em si próprio? Sim, é complicado, mas devemos tentar correr atrás de todos os meios possíveis e "impossíveis" para mudar essa analogia  do que é o melhor, o pior, o necessário, nunca se esquecendo que quem pode mudar somos nós.  


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